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OUTERMERCS (Volume 1)

Gustavo Levin

 

Prólogo/Capítulo 1
Capítulo 2

Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 10

Capítulo 11
Capítulo 12
Capítulo 13
Capítulo 14
Capítulo 15
Capítulo 16
Capítulo 17
Capítulo 18
 
 

Outermercs - Mercenários do Espaço
Episódio 5: TROPAS

Alguns dias depois da missão do Sr. Lucas...
Os cinco mercenários estão no seu lar quando alguém decide visitar o local. É Lein, velho amigo de Hazar, dos tempos da Aliança:
“E aí, gente, beleza? O Sr. Carth me pediu pra entregar a vocês esse equipamento...”, e ele coloca uma grande mala na mesa da sala principal. “...e também ele gravou uma mensagem pra vocês com o que se deve fazer.”, e ele tira um gravador e aperta a tecla PLAY:
“Meus amigos, eu precisei sair de Wan Shad à negócios por uns dias, mas deixei Lein cuidando de tudo, e principalmente do envio dessa missão. Com o equipamento que ele lhes deu, vocês devem ir até o complexo da Nova Doca, e exterminar todo o tipo de gente que estiver lá. Meus contatos me disseram que esse grupo foi contratado para atacar a cidadela. Eu acho que é uma das raças da qual aquela guria, Couney, conhecia. Mas preciso que capturem o líder desse grupo, para que possamos nos preparar contra outras ameaças. O pagamento vocês recebem do Lein.”

Alguns minutos depois, os cinco mercenários partiram, cada um numa moto, indo por caminhos diferentes até a mesma localização. Lein fez questão que o grupo se posicionasse estratégicamente e que receberiam apoio de soldados da Aliança.
Posicionados então, Lein se comunicou:
“Nós temos um espião lá dentro, que vai me dar um sinal para atacarmos. O Sr. Carth me pediu que não fizessem que nem na missão do Sr. Lucas e não matem o líder. O espião também vai me informar a descrição dele.”
Então, o sinal veio por um bipe específico para o decoder de Lein, que se reproduziu em todos os outros decoders.
“Certo! Vamo detoná essa p****!”, disse Wolfie. E os cinco, em locais diferentes, saíram de seus esconderijos e atacando locais diferentes, cada qual com suas habilidades. Hazar e Jan nas armas, somente. Wolfie nos dois modos de combate, armas e força. Dan praticamente só na força. E Lucy praticamente mimetizando as habilidades marciais que os capangas do grupo misterioso possuíam. Era assim que era uma missão com esses mercenários... você sempre saía ganhando com algum integrante.

A investida foi um sucesso, como era de se esperar. Todos saíram do complexo da Nova Doca. Jan e Dan vinham com aquele que parecia ser o líder do grupo.
“Lein, será que esse aqui pode ser o líder?”, disse Dan.
“Sim, o nosso espião descreveu-o dessa forma. Pode deixar que ficamos com ele.”, disse Lein.
“Não, ainda não.”, disse Jan, retirando outra arma do sobretudo. Uma ela já tinha apontado pro líder misterioso.
“O que é isso?”
“Calma, Lein. Vocês não vão nos deixar de fora dessa. Nós não curtimos o que o Sr. Lucas fez com a gente. E soubemos dele e de Carth que poderíamos ser requeridos pra missões relativas com aquela. Esse cara tem relação com o que Couney disse pra gente? Ele foi contratado por alguma raça alíenigena fora-da-lei?”
“Pode ser, se vocês nos deixarem?”
“Não, nós vamos levar ele. Não se preocupe, você nos paga depois que tivermos interrogado ele.”
E os cinco pegaram as motos que tinham recebido e fugiram com o prisioneiro.

No lar do quinteto, o misterioso líder foi torturado e espancado, enquanto eles faziam um interrogatório. Mas então chegava uma hora em que ele tinha que ceder...
“Couney foi contratada por uma comunhão de mestres de várias raças para que intermediasse em Wan Shad e preparasse terreno secreto. Essas raças foram expulsas do acordo de paz há algum tempo e viriam pra cá pra tomar a cidadela.”
“E vocês foram contratados como?”
“O meu grupo é uma tropa que age como mercenários. Mas não sabíamos que essas raças cometeram delitos graves na cidade. Nós estávamos para quebrar o contrato a qualquer momento, enquanto organizavamos uma nova missão pra deter essas raças...”

Mais tarde, Lein e outros soldados da Aliança chegaram e Hazar atendeu.
“Hazar, o que você se tornou, meu caro? Pensei que dava pra confiar em você e nos seus amigos.”, disse Lein.
“Mas você foi uma pedra no meu sapato por vários anos. Você tem capacidade, mas não consegue exercitá-la.”
“Quanto vocês querem?”
“Nós sugerimos um milhão de créditos.”
“O quê?”
“Nosso novo amigo, o cara que capturamos, quer organizar uma nova tropa pra preparar um ataque contra as raças alienígenas fora-da-lei. E metade desse dinheiro seria doado pra ele. Nós doaremos pessoalmente depois que você nos pagar.”
“Tá bom. Aceito. Vamos até os computadores pra negociar.”
E Lein só dava com mau olhado pra Hazar...

E então, mais tarde, Lein e os soldados da Aliança foram embora.
“Como Carth pode confiar nesses desgraçados. Conseguem ser piores que a Confiança...”
E no complexo:
“Gente, obrigado pelo apoio. Entendo que vocês foram só contratados, mesmo sem saber direito a função nessa missão. Então, sem ressentimentos?”, disse o ex-prisioneiro.
“Sem ressentimentos.”, disse Hazar. Os cinco estavam lado a lado olhando pra ele. E ele ia embora do complexo.
“Como você se chama, estranho?”, perguntou Lucy.
“Pode me chamar de Kyle Gabern.”
E com Kyle indo embora, os cinco decidiram ir até um bar. Lá, eles discutiam:
“Nós ferimos gente de bem. Tudo culpa de Carth e da Aliança.”, disse Dan.
“Talvez Carth e os outros tenham seus próprios interesses em Wan Shad, se não se enganaram nessa missão.”, disse Jan.
“Então temos que ficar de olho... e principalmente mostrar a eles quem somos nisso.”, disse Wolfie.

 

 

 

 

 

 
 

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